01 setembro 2014

Charge do Bessinha


Bláblá governa com “roleta bíblica”. Aleluia !

"Ela abre a Bíblia aleatoriamente e “ouve” a decisão que vai tomar.

Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada

Os repórteres Natuza Nery (essa moça vai longe …), Ranier Bragon e Andre Sadi, da Fel-lha (*), a de bílis podre e mau hálito, produziram reportagem assustadora, nesta segunda-feira (1/9).

Além de fazer um programa que exige clicar no F5 a toda hora, para acompanhar as frenéticas revisões, a Bláblárina, que segundo o Ricardo Melo, passou de bagre a tubarão, “decide com a fé”!

Eles relatam que, em dois episódios decisivos em sua vida de devota, recorreu a Deus diretamente:

“Ela tem o relacionamento dela com Deus, ela conhece Deus”, diz o pastor presidente da Igreja de Bláblá, Hadman Daniel.

Ela e Jacó, provavelmente, são os únicos que O encontraram pessoalmente, face a face !.

O discreto papel da cerveja nas eleições


, DCM

"Recentemente foi divulgado que uma das três empresas responsáveis por 65% do financiamento das campanhas eleitorais dos onze candidatos a Presidência da República é a AMBEV.

Quais seriam os interesses das empresas de cerveja no financiamento de campanha dos candidatos a Presidência, Senado e Congresso Nacional?
Em 1996, a Lei Federal em vigor, Nº. 9.294/1996 que regula as restrições a publicidade de bebidas foi modificada pela “bancada da bebida”, formada por deputados e senadores que representavam o interesse deste grupo. Na época, uma comitiva de artistas, publicitários, esportistas etc, em uma grande articulação das indústrias de cervejas, das agências de publicidade e dos meios de comunicação, compactuaram e pressionaram os parlamentares para que a cerveja não fosse incluída na Lei.

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Mesmo contra todos os argumentos do Ministério da Saúde, o lobby venceu, e a Lei excluiu das restrições à publicidade bebidas como a cerveja, cujo teor alcoólico é igual ou inferior a 13 graus Gay-Lussac, permitindo assim, que a “gelada” escapasse das restrições à publicidade da TV, como aconteceu com as bebidas destiladas (whisky,vodca, etc).

Marina Silva e as novas bombas semióticas do "Sim!" e do "Storytelling", por Wilson Ferreira

, GGN

'O trágico mergulho fatal do Cessna Citation em Santos não só mudou o cenário eleitoral como modernizou o arsenal de bombas semióticas midiáticas. No momento em que a grande mídia esgotava sua estratégia semiótica ainda condicionada pela Guerra Fria (criar a percepção de caos e pré-insurreição ao anabolizar as manifestações de rua), eis que surge Marina Silva com o mix de ambientalismo, fundamentalismo religioso e neoliberalismo potencializado por duas poderosas bombas semióticas saídas diretamente do atual kit linguístico de manipulação do mundo corporativo globalizado: a bomba do “Sim!” e a bomba neuromarketing do “Storytelling”. O problema para os marqueteiros é que Marina Silva não é um candidato à venda, mas uma narrativa sincromística oferecida para pessoas sedentas por histórias que seduzem mais do que os dados frios e duros da realidade.  

Quem não se lembra do personagem Church Lady feito pelo comediante Dana Carvey no quadro chamado Church Chat no programa Saturday Night Live de 1986-1990? Sempre preocupada com as conspirações de Satã nesse mundo, Church Lady sempre soltava um bordão irônico ao perceber satânicas coincidências: “How con-VEEN-ient!” ("Tão conveniente!")."
Matéria Completa, ::AQUI::

Forte indício de caixa 2 no jato de Campos e Marina


'Assinatura do novo proprietário aparece ilegível no contrato de compra do jato da Cessna, usado pela campanha do PSB e que caiu com o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos; negócio firmado em 15 de maio de 2014, por US$ 8,5 milhões, também não foi registrado em cartório; inquérito da Polícia Federal apura que o Citation PR-AFA foi objeto de pagamentos à usina AF Andrade por seis CNPJs, em 16 transferências; Marina Silva também viajou na aeronave, mas seu vice, Beto Albuquerque (PSB-RS), insiste em dizer que as suspeitas "não são problema" do partido; advogados apontam ilegalidade num contrato sem comprador identificado

Brasil 247

Uma nova arbitrariedade surge no caso do avião usado pela campanha do PSB e que caiu com o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos. No contrato de compra do jato da Cessna, firmado em 15 de maio de 2014, por US$ 8,5 milhões (R$ 19 milhões), não consta o nome do comprador. O documento também não foi registrado em cartório.

O avião pertencia a Alexandre e Fabrício Andrade, donos do grupo A. F. Andrade, de Ribeiro Preto (a 313 km de São Paulo), uma das maiores usinas de álcool no país, hoje em recuperação judicial, com dívidas de R$ 341 milhões.

Jorge Furtado: “Voto contra tudo isso que está aí”


"Cineasta explica os motivos que o fizeram apoiar a reeleição de Dilma Rousseff

Jorge Furtado, Revista Fórum 

Se alguém me dissesse, em 2004 – quando o primeiro governo Lula sofria a oposição feroz de toda a mídia brasileira e tinha pouco ou nada para mostrar de resultados – que em dez anos o segundo turno da eleição presidencial seria disputado entre duas ex-ministras do governo Lula, uma pelo Partido dos Trabalhadores e uma pelo Partido Socialista Brasileiro, eu diria ao meu suposto interlocutor que a sua fé na democracia era um comovente delírio. A provável ausência, pela primeira vez no segundo turno das eleições presidenciais, de candidatos da direita autêntica, do PSDB, do DEM e do PTB, é mais uma boa notícia que a democracia nos traz. Imagina-se que, vença quem vença, muitos dos derrotados voltarão correndo para os braços confortáveis do novo governo, esta é a má notícia.

Tenho familiares e bons amigos que vão votar na Marina e também no Aécio. Eu vou votar na Dilma. Acho que foi o Todorov quem disse (mais ou menos assim) que a democracia nos reúne para que a gente resolva qual é a melhor maneira de nos separar. Não sou nem nunca fui filiado a qualquer partido, já votei em vários, tenho amigos em alguns. Neste que é o maior período democrático da nossa história (25 anos, sete eleições consecutivas), o Brasil não parou de melhorar e não há nada que indique que vá parar de melhorar agora.

Notícia líquida, jornalismo fluido

Carlos Castilho, Observatório da Imprensa

 "Parece jogo de palavras, mas não é. A notícia deixou de ser algo estático, definitivo e acabado. A avalancha informativa na internet permite agregar novos detalhes, de forma ininterrupta. A notícia torna-se assim algo, por natureza, mutável, líquida como a água. Isso faz com que o jornalismo acabe assumindo também características fluidas, sem verdades definitivas, sem categorias fixas e, sobretudo, assumindo a dúvida e a relatividade como constantes no ato de informar.

Esta nova forma de caracterizar a notícia e conceber a atividade jornalística tem a ver com a nova realidade que estamos vivendo, onde dicotomias tipo bom/mau, bonito/feio, verdadeiro/falso ou justo/injusto são cada vez mais relativizadas na medida em que a diversidade de dados veiculados pela internet permite multiplicar as visões de um mesmo fato, número ou evento.

Plebiscito popular pela reforma do sistema político

"Entre os dias 1º e 7 de setembro será realizado um plebiscito popular por uma Assembleia Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. 

Emir Sader, Blog do Emir

1. Está convocado um plebiscito popular, entre os dias 1 e 7 de setembro, por uma Assembleia Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político.

2. No atual sistema político, as empresas financiam mais de 90% dos recursos das campanhas eleitorais, os eleitos são controlados pelos interesses delas e não dos cidadãos que votaram.

3. Como resultado disso embora sejam apenas 3% da população, os empregadores tem 49% dos representantes na Câmara dos Deputados. Enquanto que os empregados, embora sejam 61% da população, tem apenas 19% dos representantes. Os brancos, sendo 48% da população, tem 92% dos representantes. Os pretos e pardos, sendo 51% da população, tem apenas 8% dos representantes. Os jovens (até 34 anos) são 58% da população, mas apenas 7% no Câmara de Deputados. Os não jovens, de mais do que 34 anos, sao 42% da sociedade, mas tem 93% dos deputados. As mulheres sao 51% da população, mas tem apenas 8% da representação na Câmara, enquanto os homens, sendo 49% da população, tem 92%.

4. A media de gasto de campanha dos candidatos a deputado federal eleitos é de um milhão de reais. Em alguns estados, como São Paulo, o gasto chega a 4 milhões.

31 agosto 2014

Charge do Bessinha


A candidata dos quatro tuítes


"Conflitos banais da campanha confirmam a fragilidade política de Marina para falar de gays, juros, Chico Mendes, salário mínimo...

Paulo Moreira Leite, Blog:  Paulo Moreira Leite

Denunciado por Jean Willys, o recuo dos quatro tuites na definição do preconceito contra homossexuais no plano do racismo foi a mais recente demonstração de um traço político marcante de Marina Silva: a imensa fragilidade política para defender seus pontos de vista e enfrentar contradições e conflitos. Quando isso acontece, ela prefere fingir que tudo não passou de um mal entendido.

Não vamos nos enganar: a defesa resoluta dos direitos dos homossexuais pode implicar na retirada do apoio do tristemente famoso deputado e pastor Feliciano, dono de uma retórica escandalosa que em 2013 provocou repúdio de vários setores da juventude e da consciência democrática do país – mas foi confortado por Marina, que na época enxergou “preconceito” nas críticas ao parlamentar.

Não foi o primeiro caso e é parte da personagem “Marina Silva” que se apresenta na campanha. A aura de predestinada pressupõe uma concorrente acima dos homens e das mulheres, das classes e dos interesses. A dificuldade é que essa postura tem pouco a ver com a realidade do país e com a história de resistência dos brasileiros.

Investigação em Minas: Aécio, quem cita é o juiz, não o promotor, uai!


Fernando Brito, Tijolaço

"Hoje, na Folha, ao tentar desqualificar a investigação aberta pelo Ministério Público sobre suspeitas de irregularidades em um convênio celebrado pelo governo mineiro para a realização do programa Poupança Jovem, que – embora só atinja 1% dos municípios mineiros – foi apresentado como sua “grande realização” nos programas de TV, Aécio Neves saiu-se com esta pérola:

“Tem de perguntar para o promotor, que abriu a investigação e nem fomos citados em relação a isso ainda. Temos que tomar muito cuidado com essas notícias que vêm em véspera de eleição. Eu faria uma primeira pergunta: alguém que abriu uma investigação em 2009 não citou o Estado até hoje”, afirmou o candidato.

Eu vou explicar ao inciente candidato, com toda a paciência:

Dr. Aécio, quem cita não é o Promotor, que abriu a investigação, quem cita é o Juiz.

O senhor deveria perguntar, então, porque é que o Judiciário não mandou citar, pois o caso é de uma ONG contratada sem licitação em sua gestão.

Não deve ser difícil o senhor obter informações, porque a Justiça mineira é gentil, tanto que lá se firmou a inédita decisão de conceder usucapião em terras públicas a uma empresa de sua propriedade, a Perfil Agropecuária e Florestal Ltda, que fica lá em Montezuma, um lugarejo de oito mil habitantes que, não obstante, ganhou uma pista alfaltada para jatinhos."

Atenção, senhores eleitores: apertem os cintos!





A ganância é o pecado favorito do diabo: Marina e suas palestras


, DCM

"Marina parece Pepe Mujica, pela aparente simplicidade e despojamento, mas não é.

Isso fica claro com a revelação hoje, pela Folha, de que ela ganhou 1,6 milhão de reais com palestras apenas nos três últimos anos.

Alguém imagina Mujica fazendo isso?

Não há nada de ilegal nisso. Mas as palestras milionárias como as de Marina ficam a um passo do limite da indecência.

Ganhar 30 000, 40 000, 50 000 numa hora para palestras pagas por empresas interessadas em agradar o palestrante?

O Palocci não mostrou, Bláblá tem que mostrar !

"Quem são os clientes secretos da Bláblá ?


Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada

A Fel-lha (de bilis podre) (*) revelou que a Bláblárina, coitadinha, tão pobrinha, frágil, desprotegida, faturou mais de R$ 1 milhão em palestras.

E que não vai identificar os clientes por causa de uma cláusula de confidencialidade.

Não pode !

Onde é que nós estamos ?

Na selva ?

Quer dizer, na floresta ?

O amigo navegante se lembra que a Presidenta Dilma Rousseff mandou embora seu Chefe da Casa Civil, porque ele se recusou a identificar os clientes de sua consultoria.

Marina fatura R$ 1,6 mi e omite nomes de clientes


"Ex-senadora Marina Silva tem uma empresa, a M. O. M. da S. V. de Lima, que foi registrada em 2011 e, desde então, realiza palestras; a receita acumulada é de R$ 1,6 milhão; Marina, no entanto, diz que não abre os nomes de seus clientes, porque seus contratos teriam cláusulas de confidencialidade; sabe-se apenas que empresa funciona ao lado do Instituto Marina Silva, que tem como uma de suas financiadoras Neca Setúbal, herdeira do Itaú e coordenadora do programa de governo da candidata socialista, que contempla, entre outras coisas, a independência do Banco Central; programa do Itaú prevê ainda a redução do espaço de bancos públicos, como Banco do Brasil, Caixa Econômica e BNDES, na economia

Brasil 247

Desde que deixou o Senado Federal, em 2010, Marina Silva se tornou uma bem-sucedida empresária. Em 2011, logo depois de ficar sem mandato parlamentar, ela abriu uma empresa, a M. O. M. da S. V. de Lima, que tem suas iniciais e comercializa suas palestras.
 
Desde então, Marina ganhou R$ 1,6 milhão de clientes que pagaram para ouvi-la. No entanto, a ex-senadora, que concorre à presidência da República pelo Partido Socialista Brasileiro, decidiu omitir a identidade de seus clientes, alegando que os contratos possuem cláusulas de confidencialidade.

Charge do Bessinha